Bipio
uma empresa HBFR
Para cozinha de restaurante

A validade da sua cozinha, em três toques.

Bipou, registrou

O Bipio calcula a validade, imprime a etiqueta na etiquetadora da cozinha e dá baixa quando o pote sai — um bipe no QR e acabou. Funciona com a internet caindo, porque câmara fria não tem sinal. E no fim da semana, a contagem do estoque vira ordem de compra em PDF, separada por fornecedor.

Falar no WhatsApp (61) 98253-7426

O de sempre

Fita crepe, caneta e a conta de cabeça.

O prazo de cada preparo está na cabeça de quem está há mais tempo na casa. Quando essa pessoa folga, a validade vira chute. O que sobra é pote sem data, comida boa indo pro lixo por dúvida, comida vencida ficando por engano — e a fiscalização pedindo um rastro que ninguém consegue mostrar.

E no dia de compra, alguém anda pela despensa com uma planilha impressa, conta de novo o que já contou semana passada, e o pedido segue por áudio no WhatsApp — do jeito que der.

Como funciona

Escolher, imprimir, bipar.

O cozinheiro está de mão molhada, no meio do serviço. Se etiquetar der trabalho, ninguém etiqueta — então o caminho inteiro cabe em três toques. E o nome do app é o terceiro: bipou, registrou.

01 · Etiquetar

Toca no produto

O prazo vem do catálogo da casa, por tipo de conservação. A validade é calculada ali, sem ninguém somar dia no papel. Produto que já vem datado de fábrica? Digita a data do lote e ela vale como validade.

02 · Imprimir

Sai na etiquetadora

Vai pra impressora da cozinha pela rede, com QR. Impressora fora do ar não trava nada: a etiqueta fica na fila e sai quando voltar. Grupos imprimem o mise inteiro de uma vez — cebola, tomate e alface num toque.

03 · Bipar

Leu, deu baixa

O pote sai do estoque no momento em que sai da prateleira. O que vence primeiro aparece no topo da lista sozinho. Bipou errado? Desfaz na hora.

Tela de etiquetar do Bipio: busca, categorias, lista de preparos com o prazo de cada um, escolha da conservação e a validade já calculada.

Escolher o preparo e a conservação — a validade aparece calculada, antes de imprimir.

A etiqueta

Tudo que o fiscal pede, impresso no pote.

A RDC 216 cobra a identificação no alimento, não no sistema — quem lê é quem está com o pote na mão.

  • Produto, conservação e quantidade, em caixa alta e do tamanho que se lê de longe — com o peso da peça quando importa (o bife de 300 g diz que tem 300 g).
  • Manipulação e validade, com data, hora e o ano sempre — porque quem fiscaliza não conhece o sistema.
  • Responsável — quem manipulou aquele pote.
  • Marca e SIF quando é de origem animal, como a CVS-5 exige.
  • QR pra bipar na baixa, com o código também por extenso: QR engordurado falha, número não.

Rolos de 60×40, 60×60 e 60×80 mm, em impressora Zebra ou Elgin na rede local. Cada detalhe do layout foi acertado no papel, etiqueta impressa por etiqueta impressa.

Etiqueta do Bipio: molho pomodoro, refrigerado 0-4°C, 2,5 kg, manipulação e validade com data e hora, responsável e QR.

Etiqueta de demonstração — saída do mesmo código que imprime na cozinha.

O que mais tem

O resto é leitura em cima do mesmo rastro.

Quase nada aqui pede digitação a mais: sai do que a cozinha já fez ao etiquetar e bipar.

Hoje na cozinha

O que produzir por estar abaixo do mínimo e o que escoar por estar vencendo, na mesma tela, quando o turno começa. A lista se resolve pelo trabalho — ninguém marca concluído.

Estoque e validades

Quanto tem de cada preparo e o que vence primeiro, com vencido, vencendo e em dia ditos em forma, texto e posição — não só em cor. Tela suja de gordura continua legível.

Compras da Semana

A contagem semanal da despensa no celular, com sugestão automática pelo mínimo e pela compra recorrente. No fim, quem contou confirma — e a ordem de compra sai em PDF, um bloco por fornecedor.

Grupos de etiqueta

O mise en place que sempre sai junto vira um cartão só: um toque imprime as etiquetas de todos os itens do grupo, cada uma com seu prazo.

Perdas

O que foi pro lixo, por que e quanto. Vira relatório por produto, motivo e semana, em PDF pra reunião de compra.

Gestão

Equipe e papéis, catálogo e prazos, categorias com cor, aparelhos, impressora, histórico e até etiqueta livre pra nomear potes — atrás de senha, longe do fluxo de quem cozinha.

Sem internet

A câmara fria não tem sinal. A cozinha não pode parar.

Etiquetar, bipar e consultar funcionam com o wi-fi caído. Cada registro é gravado no aparelho e enviado depois, na mesma operação — não existe etiqueta colada num pote que o sistema nunca vai conhecer. Quando a rede volta, tudo sobe sozinho, na ordem certa.

Adesão

A cozinha usa no primeiro turno.

  1. O catálogo entra por planilha

    Produtos, prazos de conservação e a lista de compras da casa, de uma vez — não é cadastrar item por item na noite anterior.

  2. O tablet entra com um código de seis dígitos

    Sem instalar nada complicado, sem conta por pessoa, sem e-mail de confirmação.

  3. O cozinheiro só toca no nome dele

    Nada de senha no meio do serviço. Senha existe só pra quem responde pela casa, na parte de gestão.

O Bipio já roda em produção em cozinha de verdade — e cada pedido de quem usa vira melhoria pra todas as casas.

Conversar

Vamos ver a sua cozinha.

Conte quantos preparos a casa faz por dia e como as validades são controladas hoje. A partir daí dá pra dizer o que muda na primeira semana.